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A promessa de Deus

Foto do escritor: Pr. Edvaldo Fernandes
Pr. Edvaldo Fernandes
2 de mar. de 2025
3 min de leitura

 

Esperança e glorificação manifestam o cuidado do amor de Deus.

 

A esperança nos guia e a glorificação nos mantém firmes. A salvação nos transmite um status - somos filhos de Deus, e também nos provê uma esperança – ser semelhantes a Ele. Esse status e essa esperança – presente e futuro – deve nos mover à santificação (1 João 3.1-3).

 

A filiação inaugura um novo status e um novo coração, pois a Bíblia afirma que antes éramos inimigos de Deus no entendimento e em nossos maus pensamentos, mas agora somos filhos que desejam ser puros, ou ser santos como Ele é santo a fim de alcançarmos a glória futura de sermos semelhantes a Ele. O futuro é um assunto importante, pois ele foi resolvido e garantido por Deus através de Jesus Cristo em sua morte. Por isso, devemos pensar no futuro e crer naquilo que a Bíblia afirma para nossa santificação e esperança (Colossenses 1.21; 1 Pedro 1.13-16; Romanos 8.31-39).

 

Jesus Cristo contou parábolas sobre o futuro e ensinou seus discípulos sobre a natureza do céu. Ele afirmou às multidões, no Sermão do Monte, que no Céu as coisas importantes não se perdem ou estragam. Na Parábola dos Talentos e das Dez Virgens, Jesus afirmou que no Céu nos aguarda um ambiente de alegria e celebração como de uma grande festa de casamento (Mateus 6.19-20; 25.6, 20-23)

 

Esta esperança é tão poderosa que na última ceia, ao anunciar a sua morte, Jesus Cristo confortou seus discípulos com a promessa de estarem sempre juntos na eternidade, isto é, nosso último inimigo é vencido pela esperança da eternidade (João 14.1-3)

 

O apóstolo Paulo também falou sobre o futuro. Podemos afirmar que tudo começou, de fato, quando ele percebeu a eternidade ao conversar com o Jesus ressurreto no caminho de Damasco. Aquele, por causa de quem ele perseguia e maltratava as pessoas, exigindo que negassem sua existência e divindade, estava de fato vivo e falando poderosamente a ele. Este encontro com Jesus ressurreto mudou completamente o Saulo (Atos 9.4-6).  Houve ali uma mudança em sua mentalidade. Houve uma transformação. Houve a salvação.

 

Posteriormente, ele afirma que as coisas que nem olho viu, nem ouvido ouviu, nem a mente humana conseguiu imaginar, são a coisas que Deus preparou para os que o amam, mas que, o Espírito Santo de Deus revela aos que o amam. Pensar no Céu parece loucura para a mente natural, mas não para os que receberam a mente de Cristo (1 Coríntios 2.1-16).

 

Mais à frente, Paulo afirma ter tido uma experiência no Céu. Algo extraordinário e que não é lícito ficar detalhando para que não se perca o foco na pessoa de Jesus – autor e consumador da nossa fé (2 Coríntios 12.3-6; Hebreus 12.1-3)

 

Depois ainda, Paulo afirma que Jesus foi a primícia da ressurreição, isto é, o primeiro ou primogênito a vencer e destruir o poder do nosso último inimigo a ser vencido – a morte. Que, diante do fim do poder da morte, não podemos mais viver como se a morte fosse o fim (1 Coríntios 15.20, 26, 31), e nos exorta a desejarmos a realidade futura afirmando que ela é infinitamente superior ao que experimentamos nesta existência.

Temos um corpo terrestre, teremos um corpo celeste que será muito mais magnífico ainda. Esse corpo terrestre se corrompe e perece, o celeste será imperecível e glorioso. O corpo terrestre enfrenta muitas fraquezas desde o seu nascimento, mas o celeste será poderoso. O corpo terrestre é natural como o conhecemos, mas aguardamos um corpo espiritual (1 Coríntios 15.40-44).

 

O Céu é o lugar onde Deus habita com os anjos e reina plenamente. Não é o céu azul ou o espaço sideral acima de nossas cabeças. É uma dimensão espiritual, onde teremos corpos espirituais, perfeitos e incorruptíveis (1 Coríntios 15:42-44). Um ambiente como de uma grande festa, com muitas pessoas felizes e unidas onde não haverá mais tristeza nem sofrimento, nem morte nem medo, porque o pecado não entra lá, e sim grande alegria (Apocalipse 21:4). O Céu é tão maravilhoso porque Deus está presente. Sua glória ilumina tudo. Lá O veremos face a face e estaremos sempre na Sua presença (Apocalipse 22:4-5).

 

Quem tem esta esperança, purifica-se a si mesmo (1 João 3.1-3).

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